ASCII: é uma codificação de caracteres de sete bits fundamentada no alfabeto inglês. Cada sequência de códigos na tabela ASCII corresponde a um carácter comummente representados pelos 8 bits (equivalente a um byte), sendo que o oitavo bit (da direita para a esquerda) serve como um bit de paridade, utilizado para detecção de erro. Os códigos ASCII representam texto em computadores, equipamentos de comunicação, entre outros dispositivos que trabalham com texto. Desenvolvida a partir de 1960, grande parte das codificações de caracteres modernas a herdaram como base. A codificação define 128 caracteres, preenchendo completamente os sete bits disponíveis em 27=128 sequências possíveis. Desses, 33 não são imprimíveis, como caracteres de controlo actualmente não utilizáveis para edição de texto, porém amplamente utilizados em dispositivos de comunicação, que afectam o processamento do texto.
Unicode: é um modelo que permite aos computadores mostrar e manipular, de forma consistente, texto de qualquer sistema de escrita existente. Actualmente, é promovido e desenvolvido pela Unicode Consortium, uma organização sem fins lucrativos que coordena o padrão, e que possui o objectivo de um dia substituir esquemas de codificação de carácter existentes pelo Unicode e pelos esquemas uniformizados de transformação Unicode. O seu desenvolvimento é feito em conjunto com a Organização Internacional para Padronização (ISO) e compartilha o programa de caracteres com o ISO/IEC 10646: o Conjunto Universal de Caracteres (UCS). Ambos funcionam equivalentemente como codificadores de caracteres, mas o padrão Unicode fornece muito mais informação para implementadores, cobrindo em detalhes tópicos como ordenação alfabética e visualização. O seu sucesso em unir conjuntos de caracteres levou a um uso vasto e influente na internacionalização e localização de programas de computador. O padrão foi executado em várias tecnologias recentes, incluindo XML, Java e sistemas operacionais modernos.
Extended Binary Coded Decimal Interchange Code (EBCDIC): é uma codificação de caracteres 8-bit que procede directamente do código BCD com 6-bit e foi produzido pela IBM como um padrão no início dos anos 1960 e usado no ibm 360. Como consequência daquela sucessão directa o código EBCDIC podia ser incompleto para 6 bit dando origem ao código BCD com 6 bit. Representa uma primeira tentativa de normalização em paralelo com a normalização ASCII utilizada pelo governo dos Estados Unidos no final dos anos 1960. No EBCDIC são utilizados pela primeira vez 8 bit - 1 byte - para codificar um estado existindo assim a possibilidade de codificar 256 estados diferentes.
Um tipo de fonte descreve um conjunto de características, como o desenho, o tamanho, o espaçamento e a largura dos seus caracteres. Para além destas características, um tipo de fonte tem associados estilos como o itálico, o negrito e o negrito itálico. Os tipos de fontes são utilizados para reproduzir texto no ecrã e na impressão. O tamanho de uma fonte utiliza como unidade de medida o ponto que corresponde aproximadamente a 0,3528mm.
Existem dois tipos de fontes: bitmapped e escaladas. Estes dois tipos são semelhantes, respectivamente, em termos de concepção, às imagens bitmap e vectoriais.
As fontes Bipmapped são conjuntos de caracteres que podem corresponder a letras, números ou símbolos. Estas são armazenadas em ficheiros de fontes onde são descritas as suas características físicas, ou seja, como vão ser visualizadas no ecrã e impressas. As fontes são identificadas por nomes e classificadas segundo determinadas famílias.
As fontes escaladas são definidas matematicamente e podem ser interpretadas para qualquer tamanho que forem requisitadas. Estas fontes contêm informação para construir os seus contornos através de linhas e curvas que são preenchidas para apresentarem um aspecto de formas contínuas, tais como as fontes TYPE1, TRUE TYPE e OPEN TYPE.
As fontes foram desenvolvidas pela Adobe e são o formato nativo do Postsript.
As informações das fontes TYPE1 são guardadas no windows, em 2 ficheiros:
As fontes True type foram inicialmente criadas pela Apple. Posteriormente, foram desenvolvidas juntamente pela Apple e pela Microsoft, na tentativa de concorrer com as fontes da Adobe, tendo sido incluídas a partir do Windows 3.1 e do MAC OS 7. Cada fonte TRUE TYPE abrange o seu próprio algoritmo para converter as linhas de contorno em bitmaps. Estas fontes são dimensionáveis para qualquer altura e podem ser impressas exactamente como aparecem no ecrã.
Estas não são compatíveis com o código PostScript e, por isso, é necessário convertê-las em fontes TYPE1, tornando a impressão lenta e com erros. Devido a esta incompatibilidade, este tipo de fonte acaba por não ser muito utilizado em impressoras PostScript.
As informações das fontes TRUETYPE são guardadas, no Windows, apenas um ficheiro com extensão TTF ( TrueType File). O windows fornece um conjunto de fontes TrueType como Baramond, Bistream Vera Sans Mono, Bookshelf Symbol 7 e Dustismo Roman.
As fontes OpenType foram criadas pela Microsoft e Abode para melhorar a portabilidade e a independência dos documentos entre diferentes plataformas, simplificando as operações de gestão de fontes uma vez que apenas existe um ficheiro por fonte compatível em ambas as plataformas (windows e Mac). Trata-se de um padrão de codificação de texto que suporta todos os idiomas, tendo sido uma tentativa de construir uma ponte entre as fontes TrueType e Postscript.
Estas fontes podem ser correctamente dimensionadas para qualquer tamanho. São fontes transparentes e legíveis em todos os tamanhos e suportadas pelo windows em todos os dispositivos de saída.
O windows proporciona um conjunto vasto de fontes OpenType, como Arial, courier new, lucida console, times new roman, symblo e wingdings.
Os programas de gestores de fontes permitem ao utilizador controlar as fontes instaladas, em cada momento, no sistema operativo, podendo por isso, serem utilizadas na realização de trabalhos.
As informações relativas as características de uma fonte são guardadas num ficheiro, o qual vai ocupar espaço de armazenamento no computador, pelo que é necessário administrar a quantidade de fontes que se instala no computador.
O windows disponibiliza o programa de tipos de letra, acessível no Painel de control, através do qual é possível, por exemplo, orientar e visualizar os tipos de letra instalado. O Extensis Suitcase e o Typograf são exemplos de programas de gestores de fontes que permitem, entre outras operações, instalar, visualizar e organizar fontes.
Existem alguns limites relativos a instalação de fontes num computador assim como a sua utilização de um documento. No que diz respeito a sua instalação as fontes são guardadas no computador em ficheiros normalmente pequenos. Contudo, quando estas existem no computador em elevado número, e dada as limitações de espaço, estas devem ser dirigidas de acordo com as necessidades e capacidades quer do utilizador quer do armazenamento do computador. Por outro lado, o número elevado destas pode adiar as operações de processamento pela falta de uma maior utilização da memória RAM.
As fontes podem ser copiadas para o computador de várias formas:
- O Coreldraw e o Ilustrador vêm com dezenas ou centenas de fontes gratuitas prontas a serem instaladas;
- A Adobe tem um conjunto de fontes próprias, como o FontFolio 9, que é uma colecção de fontes PostScript e o OpenType.
Unicode: é um modelo que permite aos computadores mostrar e manipular, de forma consistente, texto de qualquer sistema de escrita existente. Actualmente, é promovido e desenvolvido pela Unicode Consortium, uma organização sem fins lucrativos que coordena o padrão, e que possui o objectivo de um dia substituir esquemas de codificação de carácter existentes pelo Unicode e pelos esquemas uniformizados de transformação Unicode. O seu desenvolvimento é feito em conjunto com a Organização Internacional para Padronização (ISO) e compartilha o programa de caracteres com o ISO/IEC 10646: o Conjunto Universal de Caracteres (UCS). Ambos funcionam equivalentemente como codificadores de caracteres, mas o padrão Unicode fornece muito mais informação para implementadores, cobrindo em detalhes tópicos como ordenação alfabética e visualização. O seu sucesso em unir conjuntos de caracteres levou a um uso vasto e influente na internacionalização e localização de programas de computador. O padrão foi executado em várias tecnologias recentes, incluindo XML, Java e sistemas operacionais modernos.
Extended Binary Coded Decimal Interchange Code (EBCDIC): é uma codificação de caracteres 8-bit que procede directamente do código BCD com 6-bit e foi produzido pela IBM como um padrão no início dos anos 1960 e usado no ibm 360. Como consequência daquela sucessão directa o código EBCDIC podia ser incompleto para 6 bit dando origem ao código BCD com 6 bit. Representa uma primeira tentativa de normalização em paralelo com a normalização ASCII utilizada pelo governo dos Estados Unidos no final dos anos 1960. No EBCDIC são utilizados pela primeira vez 8 bit - 1 byte - para codificar um estado existindo assim a possibilidade de codificar 256 estados diferentes.
Características das fontes:
Um tipo de fonte descreve um conjunto de características, como o desenho, o tamanho, o espaçamento e a largura dos seus caracteres. Para além destas características, um tipo de fonte tem associados estilos como o itálico, o negrito e o negrito itálico. Os tipos de fontes são utilizados para reproduzir texto no ecrã e na impressão. O tamanho de uma fonte utiliza como unidade de medida o ponto que corresponde aproximadamente a 0,3528mm.
Existem dois tipos de fontes: bitmapped e escaladas. Estes dois tipos são semelhantes, respectivamente, em termos de concepção, às imagens bitmap e vectoriais.
Fontes Bipmapped
Fontes escaladas (TYPE1, TRUE TYPE, OPEN TYPE)
As fontes escaladas são definidas matematicamente e podem ser interpretadas para qualquer tamanho que forem requisitadas. Estas fontes contêm informação para construir os seus contornos através de linhas e curvas que são preenchidas para apresentarem um aspecto de formas contínuas, tais como as fontes TYPE1, TRUE TYPE e OPEN TYPE.
As fontes foram desenvolvidas pela Adobe e são o formato nativo do Postsript.
As informações das fontes TYPE1 são guardadas no windows, em 2 ficheiros:
- PFB- extensão para o tipo de fonte Postsript Type1. Contêm informação sobre os contornos dos caracteres;
- FPM- extensão do ficheiro com informações sobre a métrica da fonte impressa. Contêm informação sobre as características do espaço horizontal e vertical dos caracteres, nomeadamente do Kerning.
As fontes True type foram inicialmente criadas pela Apple. Posteriormente, foram desenvolvidas juntamente pela Apple e pela Microsoft, na tentativa de concorrer com as fontes da Adobe, tendo sido incluídas a partir do Windows 3.1 e do MAC OS 7. Cada fonte TRUE TYPE abrange o seu próprio algoritmo para converter as linhas de contorno em bitmaps. Estas fontes são dimensionáveis para qualquer altura e podem ser impressas exactamente como aparecem no ecrã.
Estas não são compatíveis com o código PostScript e, por isso, é necessário convertê-las em fontes TYPE1, tornando a impressão lenta e com erros. Devido a esta incompatibilidade, este tipo de fonte acaba por não ser muito utilizado em impressoras PostScript.
As informações das fontes TRUETYPE são guardadas, no Windows, apenas um ficheiro com extensão TTF ( TrueType File). O windows fornece um conjunto de fontes TrueType como Baramond, Bistream Vera Sans Mono, Bookshelf Symbol 7 e Dustismo Roman.
As fontes OpenType foram criadas pela Microsoft e Abode para melhorar a portabilidade e a independência dos documentos entre diferentes plataformas, simplificando as operações de gestão de fontes uma vez que apenas existe um ficheiro por fonte compatível em ambas as plataformas (windows e Mac). Trata-se de um padrão de codificação de texto que suporta todos os idiomas, tendo sido uma tentativa de construir uma ponte entre as fontes TrueType e Postscript.
Estas fontes podem ser correctamente dimensionadas para qualquer tamanho. São fontes transparentes e legíveis em todos os tamanhos e suportadas pelo windows em todos os dispositivos de saída.
O windows proporciona um conjunto vasto de fontes OpenType, como Arial, courier new, lucida console, times new roman, symblo e wingdings.
Uso de um gestor de fontes
As informações relativas as características de uma fonte são guardadas num ficheiro, o qual vai ocupar espaço de armazenamento no computador, pelo que é necessário administrar a quantidade de fontes que se instala no computador.
O windows disponibiliza o programa de tipos de letra, acessível no Painel de control, através do qual é possível, por exemplo, orientar e visualizar os tipos de letra instalado. O Extensis Suitcase e o Typograf são exemplos de programas de gestores de fontes que permitem, entre outras operações, instalar, visualizar e organizar fontes.
Uso racional de fontes
Existem alguns limites relativos a instalação de fontes num computador assim como a sua utilização de um documento. No que diz respeito a sua instalação as fontes são guardadas no computador em ficheiros normalmente pequenos. Contudo, quando estas existem no computador em elevado número, e dada as limitações de espaço, estas devem ser dirigidas de acordo com as necessidades e capacidades quer do utilizador quer do armazenamento do computador. Por outro lado, o número elevado destas pode adiar as operações de processamento pela falta de uma maior utilização da memória RAM.
As fontes podem ser copiadas para o computador de várias formas:
- O Coreldraw e o Ilustrador vêm com dezenas ou centenas de fontes gratuitas prontas a serem instaladas;
- A Adobe tem um conjunto de fontes próprias, como o FontFolio 9, que é uma colecção de fontes PostScript e o OpenType.
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